' Minha insignificante existência nesses dias tão iguais, vagar é minha sina, meu castigo, esse ser tão vazio que sou, nessa sobrevivência insistente que não me deixa em paz! Eu só estou fazendo o que eu devo fazer... sobreviver, não importa como... Eu devo sim perder tudo, novamente e quantas vezes forem preciso porque eu não aprendo! Eu vivo em atraso, sinto em atraso, fora do ritmo, tarde demais...
E quando não resta mais nada ? Nenhuma alegria no paraíso ? Assombrada pelos medos do passados, tão pequena e insignificante como um grão de areia, e quando você desiste e para, vendo o mundo rodar em sua frente e você ta simplesmente parada, anestesiada, sem vontade de sair do lugar e seu corpo chora porque nem ele é capaz de guardar tanta coisa, mas sua alma nem sente mais nada, mutilada por tanta decepção... E quando não passa ? Todas essas sensações não vão embora... '
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