sábado, 23 de junho de 2012

Da série: perdidos nos rascunhos.

            ' Eu não queria ouvir, mas eu precisava. Delicadamente agora, onde tudo é tão frágil. É como gritar o mais alto que pode, mas ninguém te ouvir, é como estar completamente perdida, sem saída e sem ninguém para te salvar: Eu quis ajudar!
         As suas palavras ainda latejam aqui, insistentemente eu me lembro em qualquer coisa que faço, como se elas me assombrassem! Como se minha vida agora tivesse outro sentido, como se tivesse passado para um outro nível de pressão! '


21/10/2011

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