Meus olhos se encheram d’agua! Ao som do piano que me levava aonde eu não queria estar, que forçavam meus pensamentos rodearem e rodearem sem solução alguma me fazendo lembrar levemente do que me acontecia, eu não queria pensar totalmente, então lembrava-me lentamente a tortura do que me perseguia.
Eu nunca gostei na vulnerabilidade, isso deveria ser uma inexistência, mas era inevitável, eu não conseguia fugir do meu eu, e isso era mais que severo, era inexplicável, nem mesmo eu conseguia entender tanta cobrança, tanto desgaste, tanto desequilíbrio...
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