Eu fiquei lá, parada, evitando medos, evitando confrontos, mas por dentro amaldiçoava aquele juramento, amaldiçoava tudo o que vinha dele, tudo em prol daquilo que eu jurei. A interligação não era normal, eu sabia disso desde o principio... mas eu fugia, fugia da realidade que era me dada, eu fugia daquilo que acreditava. Eu tinha inúmeros fatores para deixar estar, mas de alguma forma aquilo me incomodava... e muito!
Eu não aceitava nenhuma negociação, para mim era mais que tempo perdido, fingia que não sentia os apertos no peito, que não sabia o que os sonhos e sensações significava, eu escondia o sol com a peneira! A única coisa que queria era que cessasse, amenizasse, mas era de se embrulhar o estômago, me enojava! me deixava doente. Eu via tudo aquilo se repetir, mas eu tinha pilastra, muros, grades, andares... em vão, não me impedia de sentir.
Não! A resposta é não. Eu abro mão de tudo isso. Eu odeio a ideia de algo me dominar e isso já me faz de brinquedo demais. A única coisa que quero, que imploro, é que saia... saia por onde entrou. Isso não sou eu, mas obedeça!
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