Eu poderia viver eternamente se todos os dias fossem assim, onde a sua presença me invadisse e me tirassem todos os medos e receios, que a convivência fosse tão agradável como o dia de chegada, como se a rotina fosse ansiosamente vivida passo a passo. E nisso não há problema algum, não há problemas em ser normal, se estabilizar mas não esquecer de onde viemos, do que passamos.
Venha, deslumbrada em seus passos de luz, em minha terra claro, que tanto está acostumada a trevas e frio, há tempos que não se sentia a calmaria, mas isso era um sinal, benigno, que me mostrava em partes, milimetricamente analisado que era o certo! Detalhes, mas tudo de uma forma igual, mudando os seus coadjuvantes, eu via tudo acontecer da mesma forma, a calma na alma vinha em seus passos lentos e precisos, dando-me a certeza exata pra confirmação de uma coisa: era o amor.
Os dias de cores, nostálgicos e melodramáticos, que faziam exatamente florescer isso em mim, a calma, a respiração constante necessária para a subversão contraria, o domínio teve fim, eu estava livre para entrar em sua morada, genuinamente te entregar tudo, de mãos beijadas!
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