' Eu perco o sono na ansiedade, eu espero a felicidade que está por vim, vejo em cada esquina um recomeço e em cada canto uma renuncia. Talvez eu só queira, assim como um final de filme, que tudo acabe bem, que o entendimento das pessoas sejam puro e voluntario, eu quero que o perdão seja genuino e que o dialogo esteje sempre presente, pois é a maior causa do desamor.
É inexplicavel a sensação da ansiedade que insiste em morar em minha garganta, a vontade de tempos e tempos de se entregar a alguma causa, a viver por aquilo, sujeito a ser e disposto a lutar.
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