' Dentro do bolso levo as mais breves arte manhas, os sentimentos mais singelos e as cartas na manga. O silêncio grita em meus olhos a dor de viver! O silêncio exibe a lágrima mais profunda no olhar daqueles olhos tristes: eu não sei de onde vem!
A distância criada, a dor necessária, a raiva de dois em um só, um incomum de dois. Para reviver preciso encarar o maior medo: voar! Se libertar do medo de altura.
Tudo começa e acaba ali, tantos e tantos fins, pendências e cicatrizes. A mesma musica de anos passados, de dias vividos, de lugares nunca visitados, se encaixam ali, na avenida vazia, na noite fria, na rua sozinha a se arrepender. '
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